segunda-feira, 6 de abril de 2009

Chá de sumiço

Ando lendo muito. Leio para escapar dos problemas e pensamentos ruins aos quais sou levada por minha mente fértil, ou infértil, tudo depende do ponto de vista. Fato é que minha vida amorosa andava exposta feito sei lá o que. E isso me trouxe mágoas. De algumas pessoas. Pessoas amargas, que vivem desamores e desventuras amorosas e que por isso se julgam no direito de tentar (e não conseguir), FELIZMENTE destruir a alegria alheia. A intensidade e a complexidade do meu amor, só eu entendo. Eu e ele. Por isso estou calada. Abrindo mão de certas coisas, até de escrever em demasia. Mas não consigo me desvencilhar totalmente. Acredito que sou Bella Swan (eu e minhas personagens prediletas). Leiam Crepúsculo e saberão do que estou falando. E compreenderão porque ando sumida. E entenderão porque me identifiquei com o amor complexo. Embora, o meu não seja nem de longe perigoso. É isso.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Melhor ser alegre...

Muito embora a felicidade seja um sentimento repleto de coisas maravilhosas, por que as vezes ficamos tristes, mesmo quando estamos felizes? Talvez porque alguém ache estranho que a gente esteja feliz (visto que o comum no caso é estar triste)? Por acaso a gente tem lá alguma culpa de estar feliz enquanto o outro se deleita em sua tristeza? Ser feliz é um descoberta que estou tentando encontrar a cada dia. Por que tristeza e melancolia não leva ninguém a nada. Ou melhor, leva. E Estava me levando. Para o fundo do poço. De repente decidir ser feliz. Mesmo que aconteça no dia um pequenina coisa boa, se comparada às ruins. Mas e daí?


“É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração”
(Vinicius de Moraes/Baden Powell)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Coisinhas básicas de mim mesma

Foi-me pedido por ela. Falar 6 coisinhas básicas sobre mim. Aí segue minha listinha, a quem interessar possa.

1) Sou extrovertida e faço o gênero conversar mesmo, principalmente se eu não te conheço. Aí que faço uma entrevista completa com você em 5 minutos. E assim, já me considero um pouco sua amiga. Já te conto tantão da minha vida. Essa é a primeira grande característica. E com certeza é um defeito e uma qualidade.

2) Compro briga dos outros. Cara, sabe a Francine do BB9? Então, gostei dela.

Acho que porque me identifiquei bastante com ela nesse quesito. Tô muito aí para os meus amigos. As vezes eles são ofendidos, mas perdoam rapidinho. Só que eu compro a briga por eles. As vezes eles acham que nem vale a pena brigar, mas eu vou lá e brigo por eles. Não porque eu goste de aparecer, mas é porque amo meus amigos.

3) Falando em amor, amo meu Galo. Amo outras coisas também, mas pelo Galo, meu time de futebol, nossa, viro outra. Se ganha, sou de zoar todos, até mesmo meu namorado (mesmo que venha briga por causa disso). Se perde, aí meu humor também é derrotado.

4) Conheci meu namorado pelo Orkut.

5) Odeio andar de ônibus, mas tenho preguiça de tirar carteira de motorista.

6) Adoro música. Sou eclética e acredito que tudo tem seu momento de ser escutado. No meu MP3 você pode encontrar MPB, Axé, Pop Rock, Sertanejo e dance. Mas não me chame para ir numa festa rave, porque aí não vou te acompanhar.



Eu deveria, após acabar a listinha, convidar mais pessoas a participar. Muito embora eu goste de conhecer os outros, sintam-se todos que por aqui passarem, caso se inspirem a falarem de si mesmos também. E me avisem, claro, pois de acordo com minha característica, percebe-se que sou curiosa!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Um caso de amor complexo...

Hoje era para ser um dia em que a tal da felicidade tomasse conta dos meus pensamentos, em que pensar nele me fizesse sorrir. Completa-se 2 anos e sete meses de um relacionamento intenso, com muito amor, muitas loucuras, mas também muitas brigas. Talvez seja por essas brigas que o namoro esteja numa fase complexa demais. Duas pessoas que se amam, se idolatram, têm admiração uma pela outra, mas que não conseguem se entender. Embora a distância possa parecer uma desculpa esfarrapada para quem está de fora, para mim é o único e o motivo mais óbvio de tal intolerância desse relacionamento. A gente se ama, se ama de verdade. Quase três anos se vão, e isso implica muitos planos. Isso implica muita intimidade, muita ligação, isso implica um já conhecer vários defeitos do outro e mesmo assim um quer o outro mais que tudo, um quer ao outro tão bem. Nossa! Então, o que está havendo? Peço ajuda a todos os deuses do amor, para que não deixem sentimento tão bom e tão delicioso se acabar, se diminuir. Porque a gente se ama, mesmo brigando tanto!

terça-feira, 17 de março de 2009

Uma eterna inquietação...

Sabe aquela história da eterna insatisfação? Quando aparentemente a gente vive um momento esplendoroso, com o amor que sempre sonhou, com a realização profissional, com amigos maravilhosos? E nem falo dos aspectos materiais, porque isso é bom também, mas normalmente dou mais bola para meu lado sentimental. Então, de repente, vem um click no pensamento e a gente começa a ficar com uma inquietude e ansiedade sem tamanho. E começa a querer mais, mais do que aquilo que a gente tem. É a tal da ambição. Não, não que seja uma ambição ruim, é apenas um querer melhorar. E isso me incomoda, porque assim está bom. E será que vai ficar melhor de outro jeito? Será que devo dar bola pra esse clickezinho dentro de mim, ou devo ficar quietinha assim como estou? Na verdade, quietinha, quietinha mesmo eu não consigo ficar. Já estou por ora, com umas idéias novas, que cretinas ou não, são minhas idéias, que não me deixam ficar calmas sequer por uma semaninha. Quando penso “agora sim, estou feliz, estou legal, vou só curtir”. Pronto, já me vem uma coisa... Por que sou assim tão inquieta? Tão tão tão ansiosa? Tão esquisita?

sábado, 14 de março de 2009

A tal da saudade...

É sábado de noite. Ela, em casa pensando nele. Nessa distância que os separam. Não é que lhe falte amigos, nem parentes, nem companhias e programas interessantes. O problema é que falta tesão de fazer qualquer coisa e ir a um lugar que seja sem a presença dele. Ela não consegue se acostumar com essa triste sina, o tal do namoro a distância. Ela tenta disfarçar, fingir que está tudo bem. Até sai e se diverte, claro. Já foi dito que ela gosta das suas companhias. Porém, depois de sair, ao chegar em casa, a menina pensa: “Puxa vida, como seria bom se ele estivesse perto de mim, se tivesse feito esse programa”. Ela sente saudades dele. Uma saudade louca, que lhe incomoda extremamente. Encontra-se num lugar e ao mesmo tempo sente-se sem lugar nenhum. Ela deseja apenas que a semana comece logo, para ela então ter no que pensar e o que fazer, para ao menos reprimir um pouco a tal da saudade. E estando com saudade, pesquisa sobre isso na internet. E pesquisando, encontra um lindo vídeo no youtube, que retrata tudo o que sente no momento. Ah, quisera não amar tanto, para enfim, não sentir saudade....